O período entre a Ilha da Madeira e o Brasil (1846 a 1854)

Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará. (Salmos 37:5)

Após a expulsão da Madeira, Kalley seguiu viagem a bordo do navio Forth até a Inglaterra; em parada na ilha de São Vicente (Antilhas) foram deixados alguns refugiados, inclusive Luiza da Silva que servia em sua casa. Haviam outros refugiados, madeirenses que desde janeiro de 1846 haviam ido para as ilhas de St. Kitts, S. Vicente, Antígua Nines e Demerara, por causa das perseguições(205).

Durante o período da perseguição final aos calvinistas madeirenses, havia um plano inglês de recrutamento de mão de obra para suas ilhas nas Antilhas Ocidentais (Trindade, Antilha e Saint Kitts). Tanto o navio Forth que levou Kalley, esposa e alguns refugiados, como o que veio a seguir, o William de Glasgow, possuíam este objetivo, o que facilitou o deslocamento de grande número de madeirenses, abrigando-os em região necessitada de trabalhadores(206).

Deste período não possuímos muitas informações, sabemos que Kalley chegou a Londres em janeiro de 1847, residindo alguns tempo em Hastings e St. Leonard. No mesmo ano mudaram-se para a ilha de Malta, talvez pelo estado de saúde de Margareth, ficando neste local por dois anos, servindo como médico, evangelista e professor(207).

A característica independente de Kalley, completamente desassociada de igrejas e missões prejudicaram o rastreamento destas informações: seu acervo das cartas pessoais era a fonte de sua vida missão.

O contato com os madeirenses continuou sendo feito por cartas. O movimento na Madeira atingira proporções incalculáveis. Após a saída de Kalley vários outros navios ingleses retiraram os refugiados, levando-os à Jamaica, Trindade, Tobago, e as Ilhas de St. Kitts, São Vicente, Antígua, Nines, Demerara. As autoridades liberaram a saída sem passaporte, o que dificultou as estatísticas, sendo estimado em mais de 2.000 o total de pessoas exiladas.

Até esta época, para conseguir o passaporte, era necessário o visto do vigário que emitia uma declaração de comunhão, que impossibilitava a saída dos calvinistas. Esta dispensa por parte do governador não foi por bondade, mas no afã de esvaziar a crise instalada.(208).

O esconderijo até a chegada dos navios eram as matas e as cavernas. As casas foram abandonadas, sendo arrombadas e saqueadas. As Bíblias encontradas eram incendiadas em praça pública. Os exilados subiam aos navios sem reservas financeiras, pois não tinham tido tempo para vender seus pertences: pesava sobre eles o risco de vida.

Em 1848 a Sociedade Protestante Americana enviou um emissário a Trindade, Rev. Manoel G. Gonçalves, madeirense, que relatou o estado precário dos refugiados, propondo abrigo nos Estados Unidos.(209).

Da metade de 1848 a julho de 1849 ocorreu um ciclo de imigração aos Estados Unidos, sendo destinados a um projeto de cultivo de linho no Estado de Illinois, nas cidades de Springfield e Jacksonville, onde foram estabelecidas colônias portuguesas. Além do governador do Estado, pastores de diversas igrejas ajudaram no sustento inicial até o desenvolvimento da colônia.

A influência de Kalley não foi utilizada neste processo de imigração aos EUA. Entretanto, de Malta, escreve em 22 de janeiro de 1849, enviando 50 libras para auxiliar no processo de compra de terras:(210).

Recebi, há poucos dias, uma carta de uma de nossas irmãs da Madeira datada de agosto último e unicamente por esse meio fiquei informado a respeito do projeto de remover os emigrados da Trindade para os Estados Unidos. Pude entender que o objetivo é obter terra para eles a fim de formar uma pequena colônia protestante de portugueses. Sinto-me profundamente grato aos irmãos americanos por essa gentileza: e, se tivesse sido informado mais cedo sobre esse projeto, poderia contar com cinqüenta libras esterlinas como ajuda para a realização desse plano. Essa importância lhe será remetida, com esta, pelo cunhado, John H. Spencer, de Fenchurchstreet 48, Londres. Como ele tem mais habilidade de que eu para tratar com transferência de dinheiro, a ele confio este negócio. Coloque em sua lista de subscrição essa importância como provinda de amigos da Inglaterra através do Dr. Kalley. Ser-lhe-ei muito agradecido por qualquer informação posterior a respeito desses queridos irmão e sobre as circunstâncias de sua vida aí, pois meu conhecimento de seu país é realmente muito pouco e nem mesmo sei as localidades que irão ocupar. Oro fervorosamente a Seus que o abençoe em sua obra e que ele torne a esses irmãos uma bênção para sua terra. Possa o Senhor dirigi-lo diretamente em todas as coisas que faça em seu favor, provando sua fidelidade e verdade como Bom Pastor e levando-os em seus braços até alcançarmos a terra em que o rebanho espalhado em todas as partes será congregado num só para desfrutar o descanso que está prometido àqueles que são seus.

A chegada dos madeirenses da Trindade a Nova York, em agosto de 1848, foi para os americanos honra, pois eram perseguidos por causa do evangelho: a pedido da Sociedade Protestante Americana, os primeiros 58 que chegaram fizeram documento atestando motivos da expulsão da Ilha da Madeira, havendo todos eles subscrito uma declaração(211).

Nós abaixo assinados, todos nativos da Madeira, nascemos e fomos educados na Igreja Católica Romana: tivemos sempre o costume de assistir à missa, fazer confissão e participar das várias cerimônias, jejuns e festas dessa igreja. Não conhecíamos outro modo de adoração, pois nenhum de nós havíamos ainda visto e lido a palavra de Deus. Não sabíamos que existia um tal livro como a Bíblia, em que se encontrava a história de Jesus Cristo e dos apóstolos, até que o Dr. Kalley andasse pela Madeira. Lendo a Bíblia que recebemos dele, aprendemos, desde sua primeira leitura, que só podemos ser salvos pelo sangue de Jesus e não por missas, penitências e pelo purgatório. Aprendemos que nem a Virgem nem os santos são nossos mediadores, pois há um só mediador entre Deus e os homens, o qual é Jesus Cristo. Quando começamos a nos regozijar em Jesus Cristo como nosso Mediador e a ler com alegria as Escrituras, então fomos proibidos pelos sacerdotes e pelo Governo de ler o Livro. Os sacerdotes começaram a apreender as nossas Bíblias e queimá-las. Muitos dos leitores das Escrituras forma lançados na prisão. Alguns tem estado aqui por dois anos, outros três. Temos sido lançados fora de nossas casas e de nossa terra, e dormido em cavernas, vagueando nas montanhas, porque lemos a Palavra de Deus e porque desejamos viver de acordo com seus preceitos, e por nenhuma outra razão. Fomos compelidos pelos sacerdotes e pelo Governador da Madeira a fugir dali e a deixar todos os nossos bens, e a casas , e terras. De tudo isso agora nos encontramos destituídos e em terra estranha. Pela verdade de todos esses fatos e coisas estamos preparados para testificar diante de todo o mundo.

Ao mesmo tempo que acompanhava o assentamento dos madeirenses nas novas fronteiras, Kalley entrou com pedido de indenização pelas perdas e danos morais no episódio da Madeira. Seu cunhado, Dr. Miller, encontrava-se neste período na ilha e pode ser seu representante legal, conseguindo inclusive reaver alguns objetos (prataria, livros, alguns queimados parcialmente).

O processo de indenização não foi pacífico, tendo que superar o desinteresse da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros do Governo Britânico, através da publicação de um livro que contava, de forma documental o andamento do seu caso (Short Statement of Dr. Kalley`s Case: His Expulsoin from Madeira) em maio de 1847.

O Governo de Portugal demorou sete anos para cumpri com a exigência britânica, conforme relatório do Visconde de Athougnia, Ministro dos Negócios Estrangeiros, de 20 de junho de 1853.(212).

Havendo a Administração de 18 de junho de 1849 expedido uma Portaria em 7 de fevereiro de 1851 ao Governador Civil do Funchal, para que procedesse a todas as averiguações sobre os prejuízos que o Dr. Kalley representara haver-lhe causado um tumulto popular que houve na mesma cidade do Funchal, satisfez aquele Magistrado em 25 de julho de 1851 com sua informação. A atual Administração, depois de um escrupuloso exame de todos os papéis relativos a esta reclamação do Governo Britânico e muito principalmente em presença da informação dada pelo supracitado Governador Civil, (o conselheiro José silvestre Ribeiro) não podia deixar de reconhecer o direito que o Dr. Kalley tinha a uma indenização pelos prejuízos que sofreu na Ilha da Madeira, em conseqüência do mencionado tumulto que tivera lugar em 9 de agosto de 1846. Não querendo, porém, a mesma Administração tomar sobre se a responsabilidade de arbitrar quantia alguma por tal título, sem mandar proceder a novas indagações, ordenou confidencialmente, ao Governador Civil que, respondendo a três quesitos que lhe enviara, desse ao mesmo tempo a sua opinião sobre a reclamação de que se trata. Remetendo, pois aquele Magistrado em 3 de novembro de 1851, a resposta que lhe fora exigida, acrescentou que, pelo que dizia respeito a sua opinião, se referia à última parte da sua informação de 25 de julho de 1851.

Nessa informação, observava o dito Governador Civil, depois de assegurar ao Governo, que tinha dado a este objeto a mais séria atenção e empregado todos os meios possíveis para indagar a verdade com o maior escrúpulo, individualização e imparcialidade, que na tumultuosa e desordenada cena do dia 9 de agosto de 1846, em que tinha vivido uma verdadeira pilhagem na casa do Dr. Kalley, necessariamente se haviam de entregar, quebrar, unutilizar e extraviar muitas coisas além das que foram presas nas chamas. Nestas circunstâncias, instalado o Governo de Sua Majestade pelo de Sua Majestade Britânica para satisfazer aquela indenização, e não querendo ser taxado de má fé, anuiu a pagar a quantia reclamada de reis: sete contos oitenta quatro mil seiscentos trinta e um reis, equivalente a libras 1.574,7 schillings e 3 pencis ao câmbio de reis de 4.500 cada uma, em que demonstrou haverem sido calculados os prejuízos aludidos, em três prestações, que foram satisfeitas nas épocas convencionadas.

Mais uma vez sua perseverança promovera o impossível segundo o parecer do Lord Stanley, Ministro Britânico da Secretaria de Estado de Negócios Estrangeiros, em 05/03/1847;(213).

Era totalmente impossível obter do Governo Português seu pagamento, por não haver qualquer precedente de indenização por perdas e danos.

Talvez o maior elogio a Kalley possa ser obtido de biografia realizada por seu oponentes depois de usa morte, sem entrar no mérito de afirmações puramente apologéticas, destaca-se em nossa leitura marcas do caráter, dos talentos, da determinação do médico-missionário escocês;(214).

Tornou-se celebre pelo proselitismo protestante que largamente exerceu entre nós e pelas graves perturbações que trouxe ao seio da família madeirense. Era um homem de extraordinário talento e médico notabilíssimo, possuindo um raro predicado de subjugar as multidões com a sua palavra sugestiva e eloqüente, que era nele o principal segredo da eficácia da sua propaganda. Seria sem dúvida um crente, mas era sobretudo um fanático. Dominava-o um feroz e odiento sectarismo, e nunca teria arredado um passo forçado a abandonar precipitadamente esta ilha. Limitou-se nos primeiros tempos, ao exercício gratuito da clínica, em que logo se tornou notável, à prática da caridade para com os pobres e à fundação de escolas, o que, junto às suas atraentes qualidades pessoais e ao seu prestígio da sua palavra, fez criar em torno do seu nome uma auréola de simpatia, consideração e respeito por parte de todas as classes sociais da nossa terra. A Câmara Municipal de Funchal dirigiu-lhe publicamente um elevado elogio pelos serviços prestados à instrução e pelos atos de filantropia praticados para com os deserdados da fortuna, e o governo da metrópole insentou do pagamento de direitos na alfândega desta cidade os medicamentos que importasse destinados ao tratamento dos pobres. O benemérito transformou-se depois num feroz propagandista, reconhecendo-se claramente que nele o proselitismo sobrelevava em tudo o desinteressado exercício da caridade. Isto mais se acentuou ainda depois duma viagem que fez à Inglaterra, onde permaneceu de junho a setembro de 1845, afirmando-se que as conferências que ali realizara com os dirigentes das sociedades bíblicas e com importantes personagens interessadas na propaganda anti-católica, lhe afervoraram em extremo o natural ardor sectário e lhe incutiram maior coragem e audácia para a propagação das idéias protestantes.

O texto acima está escrito no Ilucidário Madeirense, em artigo assinado pelo Padre Fernando Augusto da Silva(215).

Em 1850 transferiu-se para Beirute, permanecendo como médico e evangelista entre os judeus até 1852. Nesta cidade, em janeiro de 1852, faleceu, vítima de tuberculose, sua esposa, sendo sepultada no Cemitério da Colina Estrangeira.

Travou-se, então, amizade com o Dr. William M. Thomson(216), missionário na Síria e Palestina, estabelecendo-se em Safed. Neste local permaneceu por seis semanas, iniciando uma igreja constiuída por judeus e mulçumanos convertidos, e também nestorianos; a predominância era judaica.

A fama de Kalley como médico era corrente nas Ilha Britânica. No início de 1852 um rico industrial têxtil inglês, William Wilson, dirigiu-se à Beirute para obter um parecer médico a respeito da saúde de seu filho Cecil Wilson, mais dois filhos, Henry e Sarah, numa consulta médica que buscava aconselhamento sobre qual o tratamento que deveria seguir. O diagnóstico foi que mudança de clima era de pouca valia, dado o avançado estágio da doença. Com efeito, Cecil Wilson em poucas semanas veio a falecer, sendo enterrado no mesmo cemitério em que fora Margareth Crawford Kalley. O acompanhamento médico neste período aproximou Kalley da família Wilson, principalmente Sarah Poulton Wilson (doravante chamada de Sarah), crescendo o mútuo interesse entre eles(217).

Sarah rompera com o rígido padrão tradicional da cultura inglesa, tendo desenvolvido muitas aptidões na área da atividades artísticas, sendo pianista, musicista, pintora poetisa e poliglota. Era professora de uma classe de rapazes da Igreja Congregacional de Torquay, lecionando ainda a jovens que trabalhavam de da, em um escola noturna que formara.

Sua influência era tamanha que muitos de seus alunos continuaram, por muitos anos, correspondendo-se com sua mestre.

Sua família era descendente dos huguenotes, cristãos reformados franceses dos séculos XVI e XVII, sua mãe, Sarah Morley, trazia no nome o indicativo da cidade de origem Morlaix na França, tendo a marca de profunda piedade.

Como Kalley, tinha sido alvo da orfandade em tenra idade; sua mãe faleceu quatro dias após seu nascimento, gostava de ouvir experiências dos missionários de terra longíquas, tendo criado uma classe de costura para moças, cuja produção era enviada a campos missionários. Leitora assídua de revistas e relatórios das missões e igrejas, já ouvira falar de Kalley e de sua experiência e perseguições na Ilha da Madeira(218).

Possuía fortes convicções pessoais, tendo espírito de pionerismo em muitas atividades: lecionava para rapazes na igreja, iniciara uma escola noturna para trabalhadores, começara uma oficina de costura objetivando arrecadar fundos pró-missões.

Na inauguração da Igreja Congregacional em Torquay, escreveu um hino e preparou um grupo para cantá-lo adequadamente. Estas suas ações demonstravam um espírito independente, desbravador, criativo.

No final de mesmo ano que se encontraram, casaram-se na Capela de Torquay em 14 de dezembro de 1852; Kalley com 43 anos e Sarah com 27. Sua visão missionária foi fortalecida através de Sarah, animando-o para iniciar novos projetos.

Após alguns meses de casamento, na primavera de 1853, partiram para uma viagem cujo alvo era rever os amigos madeirenses. Passaram pela Ilha da Madeira, onde, de forma anônima, visitaram uma família de discípulos, indo a seguir para Trindade. O roteiro seguiu em direção aos EUA, onde Kalley comprou uma casa, em Springfield, servindo como pastor interino da Igreja Presbiteriana Portuguesa da cidade e também de Jacksonville(219).

Kalley participou, em Springfield, da viabilização dos recursos financeiros, e também da acolhida da segunda leva de madeirenses.

Dagama, na época estudante de teologia, foi destacado por Kalley para dar assistência acompanhando o desembarque de seus conterrâneos, e posteriormente a viagem de Nova York a Springfield.

No final de 1854, Kalley e Sarah retornaram para a Escócia. Em 24 de janeiro de 1855 Kalley escreveu aos crentes de Illinois para que orassem por ele, para que Deus lhe abrisse a visão do local onde servir:(220).

Rogai a Deus que me abra o caminho para o lugar onde Ele deseje os meus serviços. Alimento a esperança de que possa ser entre portugueses, onde não há Bíblias nem pregadores do Evangelho; e se for este o caso, talvez alguns de vós sintam grande alegria na oração e serviço a fim de que a Verdade de Deus seja conhecida entre aqueles que falam a vossa língua; mas, por enquanto nada está decidido.

Quando esteve em Springfield (1853-1854), Kalley leu o livro de Daniel Parrish Kidder, Sketches of Residence and Travel in Brazil. Anteriormente já havia tomado conhecimento de uma carta de J.C. Fletcher, solicitando ajuda de dois ou três madeirenses para evangelizar o Brasil. Mais tarde revelou o impacto destas informações do Brasil sobre o seu ministério(221):

Depois (da nossa visita a América do Norte), ficando muito impressionado com a deplorável escassez espiritual do Brasil, um país vinte vezes maior que a Grã-Bretanha e a Irlanda, e onde o idioma era português, entendi que o conhecimento que tinha d`aquela língua e povo na Madeira, justificava a esperança de poder ocupar-me ali com bom êxito em trabalhos evangelísticos.

Kalley e Sarah embarcaram em Southampton, 9 de abril de 1855, com destino ao Rio de Janeiro; seu próximo campo de missão estava definido, um lugar onde a Bíblia não era conhecida e não haviam pregadores do Evangelho, cuja cultura e idioma lhe eram familiares: o Brasil.

(205) Porto Filho, M.S. A Epopéia da Ilha da Madeira. p. 121
(206) Porto Filho, M.S. A Epopéia da Ilha da Madeira. p. 99
(207) Porto Filho, M.S. A Epopéia da Ilha da Madeira. p. 121
(208) Dagama, J. F. Perseguição dos Calvinistas da Madeira. p. 110
(209) Dagama, J. F. Perseguição dos Calvinistas da Madeira. p. 130
(210) Porto Filho, M.S. A Epopéia da Ilha da Madeira. p. 115
(211) Porto Filho, M.S. A Epopéia da Ilha da Madeira. p. 113
(212)http://homepages.rootsweb.com/~madeira/kalleyf1.htm
(213) Porto Filho, M.S. A Epopéia da Ilha da Madeira. p. 105
(214) http://homepages.rootsweb.com/~madeira/kalleyf1.htm
(215) Forsyth, W. B. The Wolf from Scotland. p. 42-43
(216) William M. Thomson era profundo conhecedor da geografia da terra santa, tendo editado posteriormente The Land and the Book.
(217) Monteiro, E. M. Revista Vida Cristã 3º bimestre, 1998. UIECB: Rio de Janeiro, RJ http://users.iron.com.br/~ferrolsara.htm
(218) Monteiro, E. M. Revista Vida Cristã 3º bimestre, 1998. UIECB: Rio de Janeiro, RJ http://users.irion.com.br/~ferrolsara.htm
(219) Testa, M. P. O apóstolo da Madeira. p. 91-92
(220) Testa, M. P. O apóstolo da Madeira. p. 92-93
(221) Rocha, J. G. da Lembranças do Passado. Centro Brasileiro de Publicidade Ltda, Rio de Janeiro, RJ, 1941, Vol. I, p. 18-19

(Texto extraído do livro Robert Reid Kalley, Médico, Missionário e Profeta de autoria do Rev. Douglas Nassif Cardoso pag. 94 a 102)

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